
Então meus amiguinhos, estou aqui (com o nariz escorrendo, fungando pra lá e pra cá) com um pequeno resfriado pós-jucs, e mesmo assim, decidi postar sobre um filme muito interessante que assisti a algum tempo (aliás, já tinha postado aqui, mas o apaguei em um "pequeno" momento de raiva). O nome do filme é Educação "An Education" e como sempre vou pegar uma sinopse pronta. PS: essa é do site adorocinema.com (o qual é muito bom para os cinéfilos).
Sinopse: Jenny Carey (Carey Mulligan) tem 16 anos e vive com a família no subúrbio londrino em 1961. Inteligente e bela, sofre com o tédio de seus dias de adolescente e aguarda impacientemente a chegada da vida adulta. Seus pais alimentam o sonho de que ela vá estudar em Oxford, mas a moça se vê atraída por um outro tipo de vida. Quando conhece David (Peter Sarsgaard), homem charmoso e cosmopolita de trinta e poucos anos, vê um mundo novo se abrir diante de si. Ele a leva a concertos de música clássica, a leilões de arte, e a faz descobrir o glamour da noite, deixando-a em um dilema entre a educação formal e o aprendizado da vida.
O que eu achei: sinceramente, eu acho que toda garota que já teve 16 anos já sofreu com o que aconteceu com a Jenny - talvez não com essa intensidade - porém, toda jovem quer continuar sua vida escolar, mas já está tão entediada (viu, não é só eu que me entedio) que não aguenta mais a mesmice, é aí que aparece alguém: pode ser um amigo, um familiar, não necessariamente um novo amor!
Imagine você jovem (brasileira, que só tá pensando em festa, putaria, diversão, bebedeira e viagens) destemida, conhece um homem (com uma conta bancária enorme e pra ajudar ainda é bonito) gentil, que quer te levar para o mundo (se bem que esse homem, queria era levar ela pra cama, mas enfim) e fazer você sentir as maravilhas que a vida sem destinos a proporciona. O que você iria fazer? (se fosse eu, ia bem loca perdida). É esse dilema que a personagem enfrenta durante o filme e que no final ela realmente decide o que é correto (depois de levar uma bem no meio da cara).
Enfim, adorei o filme, faz você pensar na juventude (olha a velha falando), mas é isso aí galera!
Beijos pra quem fica, até que enfim irei comer bolo! Adios para a galera dos Graus Bons (essa negada é tudo pervertida)

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ResponderExcluirPra falar bem a verdade, não é necessário ser muito jovem pra querer essa vida. Talvez essa sensação de vazio que largar tudo e sair por aí experimentando a vida provoque seja o que realmente vale a pena. Mas não é nada fácil a arte do desapego. E como geralmente acontece, grandes prazeres sempre serão acompanhados por grandes decepções. Aí no fim, a gente quer sempre mais e fica tudo igual.
ResponderExcluirE a vida segue.
:D
GRAAAAAAAAUUUUUUUUUUUUSSSSSSSSSSS
Poisé J, mas o foda é que na juventude, parece que tudo é extremo, você não pensa nos prós e nos contras, só quer fazer, por isso que na maioria das vezes ao invés de prazeres vem muito mais decepções!
ResponderExcluirFique bêbada pra você ver se não age como na tal juventude! É tudo uma questão de oportunidade.
ResponderExcluirsó você que fica bebendo por aí e fazendo caridades meninê HAHAHAHAHA
ResponderExcluirgarganta inflamada pós-jucs!
ResponderExcluirnão vi o filme mas se eu encontra-se um cara gato, rico, que eu gosta-se, me pedindo pra ir ocm ele conhecer o mundo(+sexo) eu ia AMARRADONA!!! #prontofalei
só ia garantir ter uma grana pra voltar pra casa caso, em algum momento da viagem, eu resolve-se que eu não estava mas afim do sujeito.